Bolinho sem glúten e vegan

Bolinho de abobrinha, sem glúten, leite e ovos. Receita fácil e que as crianças adoram fazer e comer.

Panqueca

Massa versátil e fácil.

Cuscuz paulista

Uma receita original, sem glúten, sem leite e sem ovo.

Hambúrguer com legumes

Receita ideal para crianças que tem dificuldade de comer legumes.

Pão sem glúten e vegan

Pão sem glúten, leite e ovos. Receita super fácil!

Entender para fazer

Série de publicações que dão dicas de como receber bem alguém com restrições alimentares. Simples e fácil.

Você não tem cara de celíaco.

Mas será que celíaco tem cara?

30 de out de 2012

O que toda criança quer

Nesse segundo “bate-papo”, vamos abordar um tema difícil, mas necessário – a falta de limites das crianças.
Ao observarmos as crianças de hoje, verificamos uma diferença gritante em relação às crianças da geração 70/80, por exemplo.
Hoje, na era da tecnologia, os bebês já nascem explorando o mundo em seus  IPads, IPhones, dentre outros touch’s da vida... Vão à escola muito cedo, pois seus pais precisam trabalhar, conversar, socializar-se e alguns acabam deixando para terceiros a responsabilidade de estar com seus filhos, que necessitam mais que qualquer outro, da presença, companhia, do “touch” de seus pais.
Compreendemos as necessidades das famílias, mas não podemos abdicar da educação e da companhia dos nossos filhos, transferindo para outras pessoas essa responsabilidade. Temos sim que “nos virarmos” e encontrar esse tempo para estar junto deles, pois muitas vezes erramos feio dando-lhes presentes na tentativa de suprir nossa ausência. E é aí que perdemos nosso posto de “ídolos” para nossas crianças e nos transformamos simplesmente em carteira que serve para comprar, comprar e comprar.
Não é com “coisas” que formamos o caráter moral, psíquico, afetivo, cognitivo e social de uma criança, e sim com limites: que são as regras ou normas de comportamento que com o
dia-a-dia, com nossa presença e nosso carinho vamos transmitindo a nossos filhos.
Sem isso, essa criança vai crescer, tornar-se um jovem egocêntrico, com uma deformação grave na identificação do que é seu e onde começa o que é do outro, importando-se apenas com seu bem-estar em busca apenas do seu prazer.
Então, temos que nos preocupar em proporcionar uma educação que vise à promoção da autoestima das crianças e não a quantidade de coisas que ela tem ou deixou de ter.
Aí vão algumas dicas simples para nós pais, procurarmos praticar com nossos filhos:
· Quando estiver com seu filho, esteja com ele por inteiro. Procure se possível, desligar o celular, desligar o computador, a TV, e vá brincar. E se a programação do dia incluir assistir um filme com a criança, não durma.
· Elogie as produções da criança. Com isso, você passará amor, valorizará sua autoestima e fará com que ela se sinta mais confiante em si mesma.
· Faça passeios interessantes, educativos e divertidos. Temos certeza que na sua cidade existem locais que proporcionam esse tipo de programação. E criança gosta de coisa simples: ir ao parque brincar na areia, andar de bicicleta, jogar bola, fazer pique-nique...
· E se ir ao shopping for inevitável, e comprar algo para a criança for mais inevitável ainda, compre livros. São presentes que educam e divertem ao mesmo tempo.
Use sua imaginação!
Nada mais legal para uma criança, que um passeio surpresa à praia, por exemplo, se você mora próximo à alguma.




Juliana Antunes Oliveira

Psicóloga formada pelo Centro Universitário Anhanguera de Santo André (Uni-A), Pós-graduanda em Psicopedagogia Clínica e Institucional pelo Centro Universitário Fundação de Santo André.



Celíacas e os anticoncepcionais orais


Quando participei do programa Brasil das Gerais, não deu tempo de falar, mas ainda bem que tem o blog!
Antes de ser diagnosticada com doença celíaca, engravidei tomando anticoncepcional. Isso aconteceu porque a doença celíaca causa redução das vilosidades do intestino, e como consequência a má absorção de tudo que ingerimos.
Com as vilosidades danificadas, mesmo tomando o contraceptivo corretamente, ele não é absorvido, e seu efeito se torna reduzido ou inexistente. Além disso, há também as crises gastrointestinais que afetam a eficiência do remédio.
Por isso, se você é celíaca diagnosticada a pouco tempo ou se ainda não faz a dieta sem glúten de forma correta, atenção o anticoncepcional oral não é indicado.
Se você é celíaca, e está com as vilosidades normais, faz a dieta corretamente, ainda assim pode correr risco ao usar o anticoncepcional oral, porque caso aconteça uma contaminação por glúten, e você tenha uma crise gastrointestinal, a própria bula do contraceptivo alerta que o remédio pode não ter o efeito esperado.
Então, seja qual for o seu caso, procure seu médico, informe sobre a doença celíaca e escolha um método mais adequado para a sua atual condição.

Você conhece a ACELBRA-MG?


ACELBRA-MG é a associação de celíacos de Minas Gerais. Fundada em 1997,  tem entre seus objetivos apoiar e orientar celíacos e seus familiares, assim com exigir seus direitos.
Na ACELBRA-MG você encontra um ambiente de acolhimento. A presidente da associação, Ângela Diniz, faz questão de conhecer os associados pessoalmente, e nos recebe atenciosamente ouvindo nossa história e nos orientando com dicas valiosas a respeito da dieta sem glúten.
São realizadas também reuniões, onde temos oportunidade de conhecer outros celíacos da região de Belo Horizonte.
Para conhecer mais sobre o trabalho da ACELBRA-MG acesse o site, ou entre em contato com a Ângela pelo telefone (31) 3421-9768.

Doença celíaca

O que é doença celíaca?

A doença celíaca é uma intolerância permanente ao glúten.
É uma doença auto-imune, genética e sem cura.
Existe uma variante da doença celíaca que é a dermatite herpetiforme, essa dermatite é uma manifestação especifica da doença celíaca na pele. Ela se apresenta na forma de pequenas bolhas, simétricas e que causam muita coceira e desconforto.
A doença celíaca pode se manifestar em qualquer fase da vida.
O único tratamento é a dieta sem glúten por toda vida.



O que é glúten?

É uma proteína presente no trigo, aveia, centeio, cevada e no malte.

Quais os principais sintomas?

Criança celíaca clássica
A diarreia ocorre em proporção significativa de pacientes, mostrando-se crônica, ou seja, durando mais de três ou quatro semanas. A doença pode permanecer com sintomas mínimos e ocasionais durante longos períodos da vida. Bem antes destas manifestações clínicas mais visíveis, as pessoas com intolerância ao glúten podem se queixar de várias dificuldades inespecíficas, por exemplo, desconforto abdominal, flatulência, aftas bucais e, paradoxalmente, constipação.
É interessante a observação de que sintomas da infância podem desaparecer na adolescência, para reaparecer na maturidade ou mesmo na velhice.

Qual é o tratamento?

O único tratamento é a dieta isenta de glúten por toda a vida. 
Quando a dieta não é seguida, mesmo sem sintomas, a mucosa (vilosidades) do intestino está sendo agredida.

Vilosidades normais Vilosidades danificadas


Quais são as principais complicações da doença celíaca?

O celíaco pode apresentar outras intolerâncias e ou alergias alimentares (leite, soja, etc), distensão abdominal, cólicas, náuseas e vômitos, anemia, baixa estatura, fraqueza geral, modificação do humor, dificuldade para dormir, alterações na pele, fraqueza das unhas, queda de pêlos, alterações do ciclo menstrual, diminuição da fertilidade ou infertilidade, diabetes, osteoporose, problemas de tireóide, câncer de intestino entre outros.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico da doença celíaca é feito através de exames laboratoriais, endoscopia e biópsia do intestino delgado.
Quando o paciente também apresenta dermatite, é realizada a biópsia das lesões da pele para verificar se é a dermatite herpetiforme.

Qual a maior dificuldade do tratamento?

É conviver com as restrições alimentares impostas pela dieta, com os novos hábitos alimentares e com o preconceito. Além disso, a contaminação cruzada é um fator de risco para os celíacos.

Para saber mais:
ACELBRA-MG
Rio sem glúten 

20 de out de 2012

Você não tem cara de celíaco

Qual celíaco já não ouviu isso, ou soube de alguém que passou por isso?
"Você não tem cara de celíaco." é uma frase tão carregada de preconceito e ignorância sobre o assunto, que parece até óbvio o que estou escrevendo, mas não é.
Muita gente não sabe, inclusive médicos, que celíaco NÃO TEM CARA.
Existem diversas formas da doença celíaca, por isso nem todo celíaco é magérrimo, pálido e abatido.
Infelizmente, a doença celíaca pode ser silenciosa, assintomática ou atípica, o que dificulta ainda mais o diagnóstico e prolonga o sofrimento do paciente.
Por isso também, são necessários exames sorológicos, endoscopia e biópsia para verificar a ocorrência da doença celíaca, não é possível fazer o diagnóstico somente olhando a aparência do indivíduo.
Muito médicos esquecem disso, e tratam com descaso os pacientes que chegam ao consultório questionando sobre doença celíaca.
Se isso acontecer com você, desconfie do nível de conhecimento do médico sobre o assunto. E procure outro para tirar suas dúvidas.
Agora, se quem te diz isso é uma pessoa qualquer. Desconsidere. Com certeza, essa pessoa não conhece coisa qualquer sobre doença celíaca.
Caso tenha algum folder com você, ofereça, explique de forma simples que existem várias formas da doença e o principal: O celíaco que faz a dieta corretamente é uma pessoa saudável.

15 de out de 2012

Estréia da nossa colunista

Hoje estréia aqui no blog Quitanda sem glúten, a coluna de comportamento e psicologia da Juliana Antunes.
Ela é psicologa e mãe, e vai nos ajudar a entender um pouco todos esses dilemas e questões de comportamento.
Vamos começar com um tema bastante complexo, bullying, o que é, como acontece, como reconhecer e como lidar com a situação.
Caso você tenha dúvidas, sugestões de temas ou algum comentário, envie um email para a Juliana, ela ficará muito feliz em ajudar.

Bullying



Vamos começar nossa conversa com um assunto que pode vir a incapacitar uma criança para o resto de sua vida, se não for diagnosticado de início e tratado com a importância que merece.
Pode estar na escola, no parque, no shopping, ou seja, em qualquer lugar - o BULLYING.
 E para ilustrar, vou contar uma história muito recente, que aconteceu em uma escola dita como tradicional, e intitulada como uma das melhores do município.
Bom, há 2 semanas a mãe de uma das crianças foi buscá-la na escola, e foi recebida por uma de suas amigas com a seguinte notícia: “Tia você não vai acreditar, a J. fez cocô na calça hoje”. 
Com todo impacto que a situação merece, a única coisa que a mãe conseguiu pensar na hora que escutou aquilo foi: “como foi que ela soube?”.
Como tinha que conversar com a professora sobre outro assunto, resolveu investigar a notícia.
Ao ser questionada sobre o ocorrido, obteve da professora, a seguinte estória (com “e” mesmo):
P.: “Olha “mãe”, nós estávamos no parque, e a J. pediu para fazer cocô. Mas a hora que fui levá-la, ela não quis ir mais”.
M: “Ok. E como foi que a amiga soube que ela havia feito o cocô na roupa?”
P.: “Bom, é que eu senti o cheiro na sala, e perguntei: amigos, quem fez cocô na calça?” E aí percebi que  J. se isolou na sala, fui checar e tinha sido ela”.
Até então, a mãe não tinha se encontrado com a criança, pois estava no esporte. E quando foi pegá-la, qual não foi sua surpresa: no lugar de sua filha, encontrou uma criança humilhada, triste, sem brilho no olhar e com vergonha. Aquela visão foi como uma punhalada em seu coração! Ela nunca tinha visto sua filha daquele jeito!!!!
E para piorar , quando perguntou a ela o que havia acontecido, sua resposta foi chorar! Chorou soluçando, como se estivesse sentindo uma dor muito profunda... E estava! Sentia dor na alma...
Mais tarde, a mãe soube que por estar sozinha com as crianças no parque, a professora não pôde levar sua filha ao banheiro e deixar os outros sozinhos. Daí o motivo de ter escrito estória com “e”: ela mentiu.

Conto tudo isso para chegar num objetivo comum: como se sentiria uma família que ouvisse em alto, e bom som de seu professor, que “nós não podemos comer esse bolo (por exemplo), porque o “fulano” é celíaco”. Ou que em uma escola, uma criança celíaca foi discriminada por sua alimentação ser diferenciada, a família levar toda documentação que explica o problema, exames, laudos médicos, e a escola simplesmente fechar as portas, se recusando a receber a criança e conhecer sobre o assunto.
As escolas precisam se atualizar e parar de recusar a existência das diferenças, e aceitar as crianças como realmente são. A escola deveria ser um lugar de acolhida, de brincadeira e de aquisição do conhecimento, e tudo isso fica exposto como uma ferida aberta simplesmente pelo fato de as instituições e seus representantes estarem despreparados para o que é “diferente”.
E a aos pais, cabe a responsabilidade de proteger seus filhos. Quanto mais informados forem, mais eficaz será a defesa a favor das crianças. Devem observar os filhos, e perceber o quanto antes seu sofrimento: 

  • Comportamento (mostram-se tristes, deprimidas ou aflitas), seu discurso (não querer ir a algum lugar, como à escola, por exemplo).
  • Corpo (machucados, enjoos frequentes,tonturas, perda de apetite, dores de estômago, insônia, medo excessivo, mudanças de humor, passam a gastar mais dinheiro que o habitual na cantina, ou para “presentear” alguém...)


Também tem que ter uma conversa franca com eles, passando-lhes segurança. E não devem hesitar em procurar ajuda de profissionais, para que as crianças possam superar traumas e transtornos de ordem psíquica (depressão, stress, dentre muitos outros que podem vir a surgir). 
Temos que lutar pelos direitos das crianças, pois isso lhes é garantido por lei. Mas aí surge mais um assunto a ser conversado, pois qual família vai querer seu filho numa escola que foi “obrigada” aceitá-lo? De repente, pode ser mais um problema que estarão levando para a vida dessa criança, que estará, mais uma vez fazendo parte de mais um conflito.



Para saber mais Cartilha: Bullying
Juliana Antunes Oliveira

Psicóloga formada pelo Centro Universitário Anhanguera de Santo André (Uni-A), Pós-graduanda em Psicopedagogia Clínica e Institucional pelo Centro Universitário Fundação de Santo André.
contato: ju.oliv05@hotmail.com

Participei do Brasil das Gerais

No dia 11 de outubro participei como convidada do programa de TV Brasil das Gerais. O tema do programa foi "Restrições alimentares: a lactose e ao glúten".
Foi muito interesse e divertido participar do programa, todos os convidados tinham informações pertinentes e a Roberta, a apresentadora, foi ótima.
Assistam, espero que gostem!





8 de out de 2012

Disney Júnior e restrição alimentar


O canal Disney Júnior, exibe diariamente o desenho "Urso, agente especial". Em um dos episódios, uma menina vai receber a prima que não pode comer queijo e nem pão. Então, o agente Urso é chamado para ajudá-la. 
O desenho é para crianças bem pequenas, por isso muito interessante o tema ser restrição alimentar. O link abaixo é do vídeo com 2 episódios, o episódio que estamos comentando é o segundo, "Salada especial para a prima". Vale a pena assistir!

                             

4 de out de 2012

Relaxe



E depois de tudo isso...
Se o seu convidado não comeu durante sua festa, não sinta-se culpado.
Talvez ele tenha se alimentado antes, talvez ainda se sinta inseguro para comer fora de casa... Conviver com restrições alimentares e se adaptar a elas é bastante difícil, requer tempo e mudanças de hábitos.
Seja um bom amigo e respeite a decisão.







Próxima Publicação: Disney Júnior e restrição alimentar
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Faça - Parte II

E se for uma festa? Não é possível, nem necessário, fazer uma versão da festa para o seu convidado, mas ofereça alguma opção segura, mesmo que você saiba que ele irá levar o kit.
Dê suporte durante a festa, ofereça um lugar adequado para ele guardar o seu kit, microondas caso queira aquecer alguma coisa, ou fazer uma pipoca.
Aliás, pipoca é uma ótima opção. A maioria das pessoas adora, faz a felicidade das crianças e é super fácil de fazer. Evite as pipocas com sabor ou com manteiga.
Ah! Pipoca só não vale se o seu convidado tiver alergia a milho.
Batata-frita também é outra ótima opção, só atenção com o momento da fritura. A batata deve ser frita em uma panela  exclusiva. Não pode ser frita no mesmo óleo que os empanados.
Se a festa for em um buffet, converse com o seu convidado, e com o responsável pela cozinha, apresente um ao outro.
Solicite que um garçom fique responsável pelo atendimento ao seu convidado. Isso facilita bastante a questão de acesso a cozinha.
No momento de servir o bolo, o buffet poderá fazer a gentileza de servir o bolo que o seu convidado trouxe em um prato, assim como o dos outros convidados. Só não esqueça de pedir isso ao garçom responsável pelo seu convidado, isso evita o problema de contaminação cruzada.
Ofereça as informações que o seu convidado solicitar a respeito da comida, se não souber, seja sincero.
Essas são ações simples, que não irão aumentar o seu trabalho, nem complicar a sua festa, mas que farão o seu convidado se sentir especial.

E se durante o evento você descobrir que um dos seus convidados tem restrições alimentares?

Pode acontecer de durante o seu evento, você descobrir que um dos seus convidados tem restrições alimentares. E agora?!
Nada de pânico. Converse com o seu convidado, veja quais os alimentos proibidos e o que pode ser servido do cardápio disponível. Verifique se ele trouxe algum kit, se precisa de acesso a cozinha.
Deixe-o a vontade, não faça disso um drama, e muito menos o trate como vítima.

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Faça - Parte I

Vamos usar como exemplo a dieta sem glúten e sem leite, esses eu conheço bem.
Se o evento é um jantar, ofereça uma salada caprichada. Todos vão adorar e não há nada proibido.
Só não coloque croutons ou queijo.
Deixe os molhos separados, cada um com a devida colher para servir. Evite molhos a base de leite.
Existe uma variedade enorme de pratos, do nosso dia-a-dia, cujas receitas são naturalmente sem glúten, mas estamos tão acostumados que nem nos damos conta disso.
Arroz, feijão, carne assada, peixe assado ou ensopado...
Não utilize temperos prontos, eles são fonte de problemas para quem tem restrição alimentar.
No caso da carne assada, observe se entre os ingredientes está a cerveja, isso é proibido para quem não pode com glúten. Mas você pode substituir a cerveja por vinho.
No peixe assado, algumas receitas pedem farinha de trigo ou de rosca. Se for esse o caso, procure outra receita, como por exemplo salmão com molho de maracujá ou uma moqueca. Todos vão adorar.
E a sobremesa?
Aqui as dicas são as mesmas, não precisa se preocupar em fazer receitas especiais, pense  em uma opção simples.
A sugestão é salada de frutas. Seus convidados poderão compartilhar de uma sobremesa saborosa e saudável.
Em tempo, no momento do preparo e da manipulação dos alimentos muita atenção com a contaminação cruzada (não sabe o que é? Clique aqui), qualquer deslize pode comprometer todo o seu esforço.

Próxima publicação: Faça - Parte II
Publicação anterior: Ouça e entenda

1 de out de 2012

Lasanha


A lasanha sem glúten não tem segredo, é só usar a receita da massa de panqueca, fácil assim.
Você pode colocar tomate na massa e ela vai ficar igual a esta que eu fiz.
Mas dá para variar bastante, que tal fazer uma lasanha verde com molho branco?
Experimente!